O Paris Saint-Germain fez mais uma vez o que sabe fazer melhor: vencer quando o jogo parece empatado. No domingo, 5 de janeiro de 2025, no Estádio 974, em Doha, o time francês bateu o AS Monaco por 1 a 0, com um gol nos acréscimos do segundo tempo, e levantou seu 13º título da Supercopa da FrançaDoha. O autor da tragédia para os monegascos? Ousmane Dembélé. O gol, aos 46 minutos do segundo tempo, veio de uma jogada impecável: Warren Zaïre-Emery, Bradley Barcola, Mayulu e, por fim, Fabián Ruiz, que lançou com precisão cirúrgica. Dembélé só teve que empurrar. Foi o suficiente. E o suficiente também para confirmar o domínio absoluto do PSG no futebol francês.
Marquinhos, o rei das taças
Se o gol foi dramático, a história por trás dele foi ainda mais poderosa. O capitão Marquinhos, brasileiro e líder do PSG desde 2013, ergueu seu 31º troféu com a camisa do clube. Um recorde absoluto. Ele superou Marco Verratti, que por anos foi o mais vitorioso — agora no Al-Arabi, no Catar. Marquinhos já jogou 464 partidas pelo clube. Não é só um zagueiro. É a memória viva do PSG moderno. E esse título? É o que o consagra como a figura mais importante da era pós-Qatar. Enquanto ele comemorava, o outro brasileiro no elenco, Lucas Beraldo, assistia do banco. Não jogou. Mas a vitória era dele também. O clube é feito disso: histórias individuais que se entrelaçam numa única narrativa de glória.
Um jogo de contraste: controle e resistência
O primeiro tempo foi um monólogo do PSG. 13 finalizações contra apenas 2 do Monaco. Vitinha quase abriu o placar com um chute de fora da área. Doué, do Monaco, acertou o travessão. Mas o goleiro Gianluigi Donnarumma não se assustou. Ele foi o primeiro a segurar o jogo. Depois, aos 39 minutos, Maghnes Akliouche bateu com força — e Donnarumma fez a defesa que salvou o PSG antes da virada. O Monaco, comandado por Adi Hütter, jogou como quem sabe que não pode vencer por domínio. Jogou como quem espera o erro. E o erro veio. Nos acréscimos.
A segunda metade foi diferente. O Monaco pressionou. Ben Seghir obrigou Donnarumma a uma defesa difícil. Achraf Hakimi quase fez o gol da vitória com uma tabela com Dembélé — mas Philipp Köhn, goleiro do Monaco, fez uma defesa digna de filme. O jogo parecia que iria para o empate. Até que Fabián Ruiz, no meio-campo, viu o espaço. E decidiu. Foi o momento em que o PSG lembrou: não precisamos dominar o tempo todo. Só precisamos ser melhores no momento certo.
Supremacia sem igual
Com esse título, o PSG soma 13 Supercopas da França. E 11 delas vieram nas últimas 12 temporadas. O Lyon, que por muito tempo foi o seu maior rival nesse confronto, está com apenas 8 títulos. A diferença não é só numérica. É psicológica. O PSG chegou a Doha não para brincar. Chegou para conquistar. E conquistou. A equipe já havia vencido o Campeonato Francês e a Copa da França na temporada 2023/24. Agora, com a Supercopa, completa a tríplice coroa nacional — algo que nenhum outro clube francês fez nas últimas duas décadas. A Ligue 1? O PSG lidera com 40 pontos, dez à frente do Monaco e do Olympique de Marselha. E isso tudo sem nem ter jogado todos os jogos.
O que vem a seguir?
A próxima rodada da Ligue 1 será no domingo, 12 de janeiro de 2025, às 16h35 (horário de Brasília), no Parc des Princes. O adversário? O AS Saint-Étienne. Um time em crise, mas que sempre dá trabalho. Depois, na Copa da França, o PSG enfrentará o Espaly — uma equipe da quinta divisão — no dia 15 de janeiro. É um jogo de rotina? Talvez. Mas para o PSG, não existe jogo de rotina. Só títulos.
Já o Monaco, que mostrou garra, enfrenta o FC Nantes na sexta-feira, 10 de janeiro, às 15h (horário de Brasília), fora de casa. Precisa vencer para manter a esperança de lutar pelo título. Mas o que se viu em Doha é claro: o PSG não está apenas jogando. Está construindo um império.
As vozes da vitória
"Combina Barcola com Mayulu, mete um pase brutal para Fabián por la izquierda, da el pase de la muerte perfecto al segundo pelo y llega Dembélé para marcar a placer y desatar la locura en Doha", escreveu o Marca. O Milenio foi direto: "Dembélé aprovechó una asistencia perfecta de Fabián Ruiz y el Paris Saint Germain, sobre la bocina, alzó su primer título del curso". O Lance confirmou: "Dembelé marcou o gol nos acréscimos". E o GE Globo resumiu a essência: "A realidade é que ao Paris Saint-Germain pouco importa o cenário. Ganha quase sempre".
Frequently Asked Questions
Como o gol de Dembélé foi construído?
O gol foi resultado de uma sequência de cinco toques perfeitos: Warren Zaïre-Emery iniciou a jogada, passou para Bradley Barcola, que acelerou e encontrou Mayulu. O jovem atacante, com visão de jogo, devolveu para Fabián Ruiz, que, na esquerda, lançou com precisão entre os zagueiros. Dembélé, sem marcação, só teve que empurrar. Foi o tipo de jogada que só equipes com alto nível técnico conseguem executar sob pressão.
Por que Marquinhos é considerado o jogador mais vitorioso da história do PSG?
Com 31 títulos em 11 anos, Marquinhos superou o italiano Marco Verratti, que tinha 30. Ele é também o recordista de jogos (464) pelo clube. Seu título mais recente é o 13º da Supercopa da França — um recorde absoluto. Ele foi peça-chave em todas as conquistas da era pós-investimento qatari, incluindo títulos nacionais, copas e agora a tríplice coroa. Sua consistência, liderança e lealdade o tornam um ícone histórico.
O que a vitória em Doha revela sobre o estilo do PSG?
Mostra que o PSG não precisa dominar o jogo inteiro para vencer. Ele pode ceder posse, sofrer pressão e ainda assim ser letal nos momentos decisivos. A equipe tem uma capacidade rara de manter a calma, esperar o erro do adversário e aplicar o gol com precisão cirúrgica. Isso é fruto da experiência, da inteligência tática de Luis Enrique e da qualidade individual de jogadores como Dembélé e Fabián Ruiz.
Qual é o impacto dessa vitória na Ligue 1?
O PSG agora tem 40 pontos na liderança, dez à frente do Monaco e do Olympique de Marselha, que têm 30 — mas com um jogo a menos. Essa diferença psicológica é enorme. Equipes como o Monaco, que jogaram bem em Doha, sabem que, mesmo jogando bem, precisam vencer quase todos os jogos para chegar perto. O PSG não precisa disso. Ele só precisa não perder. E isso assusta toda a liga.
Por que a Supercopa da França é tão dominada pelo PSG?
Porque o PSG é o único clube francês que conquistou o Campeonato Francês e a Copa da França na mesma temporada em 11 das últimas 12 edições. A Supercopa é disputada entre os campeões dessas duas competições. Ou seja, o PSG quase sempre está lá. E, com a qualidade do elenco e a pressão que exerce, raramente perde. É um ciclo de poder que não tem paralelo no futebol francês moderno.
O que muda para o Monaco após essa derrota?
A derrota em Doha não define a temporada, mas revela o abismo entre o PSG e o resto da liga. O Monaco mostrou que pode competir, mas não tem a profundidade para manter o ritmo. A equipe precisa melhorar na finalização e na consistência defensiva. Se quiser desafiar o título, precisa vencer contra times como o Nantes e aproveitar os erros do PSG — algo que, até agora, quase nunca acontece.
Débora Quirino
dezembro 2, 2025 AT 09:18Dembele empurrou e ganhou. É isso aí. PSG sempre no fim.
Outro título, outra festa. O resto da liga só pode torcer pra cair.
Eu tô cansado de ver isso.
Thiago Rocha
dezembro 3, 2025 AT 10:05Claro que o gol foi planejado... mas por quem? 😏
Quem garante que o Fabián Ruiz não foi 'orientado' a lançar naquele exato momento? E o Marquinhos, 31 títulos? Cadê os contratos assinados em 2012? O Qatar tá mandando nos árbitros, nos jogadores, na própria lógica do jogo. Isso aqui não é futebol, é um show de realidade aumentada. 🤖⚽
Se o Monaco tivesse um pouco de sorte, ou um goleiro que não fosse um boneco de plástico, o jogo ia pra prorrogação. Mas não, tudo é programado pra o PSG vencer. Sempre.
Quem paga os ingressos de Doha? Quem paga o estádio? Quem paga o jornalista que escreve 'precisão cirúrgica'? Tá tudo ligado. E vocês caem na armadilha. 🤡
ELIANE Sousa Costa
dezembro 3, 2025 AT 16:57MEU DEUS QUE JOGADA! 🤯
Barcola acelerou, Mayulu deu o toque mágico, Fabián lançou como se tivesse um GPS no pé e Dembélé só veio pra comer o gol como se fosse um pastel na feira!
PSG não joga, eles comandam o destino do futebol francês. E Marquinhos? Rei sem coroa? NÃO. REI COM 31 COROAS E UMA CAUDA DE GLÓRIA.
EU JÁ VIM DE BAIXO, MAS ISSO AQUI É OUTRO NÍVEL. 💪🔥
Thomás Elmôr
dezembro 5, 2025 AT 11:15Parabéns, PSG. Mas se alguém me disser que isso é 'futebol', eu vou pedir um refund do meu tempo de vida.
Seis jogadores fazem cinco toques perfeitos e o adversário não faz nada? Isso é tática? É falta de competição.
Marquinhos é lenda? Sim. Mas o que ele fez de diferente? Ele não marcou. Ele só ficou lá, esperando o título chegar. E agora é o 'ícone da era pós-Qatar'. Como se o clube tivesse uma alma e não apenas um balanço bancário.
Se o Lyon tivesse o mesmo orçamento, teria 50 títulos. Mas aí não faria sentido, né? 🤷♂️
Kayla Dos Santos
dezembro 5, 2025 AT 17:04EU NÃO AGUENTO MAIS ESSA MERDA! 🤬
Outra vez? Outra vez o PSG vence nos acréscimos? Outra vez o Monaco é o coitado que tenta, mas o destino é escrito em Doha? O Brasil não tem time? Por que a gente não tem um Marquinhos? Por que a gente não tem um Dembélé? Por que a gente não tem um dinheiro infinito? Por que a gente não tem um país que não se importa se o povo tá morrendo de fome enquanto o clube compra um zagueiro por 120 milhões?
Eu amo o PSG. Mas odeio o que ele representa. E eu não estou sozinha. 🇧🇷💔
Se eu fosse francesa, eu ia sair na rua com um cartaz: 'PAGUEM OS MÉDICOS, NÃO O DEMBÉLÉ'.
Esse time não é um clube. É um símbolo da desigualdade vestida de camisa azul.
Juscelino Campos Celino3x
dezembro 5, 2025 AT 21:58Essa jogada do gol? Tá aí o que é inteligência tática.
Quem não entendeu, assiste de novo. Warren passou, Barcola acelerou, Mayulu viu o espaço, Fabián lançou como um professor de xadrez e Dembélé só teve que colocar a perna. Nada de sorte. Só técnica.
Donnarumma foi imbatível, e Marquinhos? O cara é um monumento. 464 jogos, 31 títulos. Isso não é sorte, é dedicação.
Se você tá achando que o PSG é fácil, é porque nunca viu o que acontece quando ele joga contra time de verdade.
Parabéns, equipe. Vocês fizeram o que todo time sonha: ser imbatível no momento certo. 💪
Dimensão Popular
dezembro 7, 2025 AT 09:05gol nos acrecimos de novo
psg mais uma vez
monaco tentou
marquinhos mais um titulo
dembele empurrou
acabou
pra que falar tanto
ja era
Juscelio Barros Andrade
dezembro 8, 2025 AT 11:58Esse time é um exemplo de como o esporte pode unir histórias.
Marquinhos, o brasileiro que virou lenda. Dembélé, o francês que virou assassino nos minutos finais. Fabián, o espanhol que viu o espaço antes de todo mundo.
E o Monaco? Mostrou que pode lutar. Não venceu, mas não desistiu.
Isso aqui não é só futebol. É sobre persistência, sobre quem fica, sobre quem se sacrifica.
Parabéns a todos que jogaram. O futebol é melhor quando temos heróis e vilões - e hoje, todos foram heróis.
É por isso que eu amo esse esporte.
Diego Campos Aquino
dezembro 9, 2025 AT 03:06Dembele empurrou? Sério? O cara nem correu 10 metros. O Fabián fez o gol com os olhos fechados.
PSG não joga, eles esperam o adversário cansar e depois fazem o gol da vadia.
Marquinhos é lenda? Sim. Mas se ele tivesse jogado no Flamengo, ele tava com 31 títulos antes dos 25 anos.
É só dinheiro, meus irmãos. A gente sabe. Mas pelo menos eles fazem bonito. 🤭
Michel Soares Pintor
dezembro 10, 2025 AT 01:49Essa vitória prova que o futebol francês é uma farsa. O Monaco jogou como um time, o PSG jogou como um império.
31 títulos? Isso é corrupção organizada. Nenhum clube da Europa tem esse domínio sem interferência externa.
Se o Lyon tivesse os mesmos recursos, seria o maior clube do mundo. Mas não. O dinheiro qatari escolhe quem vence.
Isso não é esporte. É política com chuteiras.
E vocês ainda aplaudem? 🤬
Felipe Monteiro
dezembro 10, 2025 AT 12:27Alguém aqui viu o vídeo da jogada? Não, não viu. Porque foi cortado. Tudo é manipulado.
Quem garante que o gol foi aos 46? E se tivesse sido aos 48? E se o árbitro tivesse parado o relógio? E se o vídeo assistente tivesse 'esquecido' de analisar? O PSG sempre vence por 1 a 0. Sempre. Nos acréscimos. Sempre com o mesmo padrão.
Isso é coincidência? Ou é um algoritmo?
Eu vi o jogo. E vi algo que não deveria existir. Algo que não é humano.
Alguém me responde: quem controla o tempo nesse jogo? 🤖
Ufriza silva
dezembro 11, 2025 AT 09:44Que lindo esse time. Marquinhos é inspiração pra todo mundo que acredita em persistência.
Dembele fez o gol, mas foi o trabalho de todo o elenco que fez o momento possível.
PSG não é só dinheiro. É história. É dedicação. É quem fica, mesmo quando todo mundo desiste.
Parabéns, meninos. Vocês são exemplo.
E o Monaco? Ainda tem muito futuro. Só precisa acreditar mais. 💙
Victor Campos
dezembro 11, 2025 AT 16:56Marquinhos é incrível.
PSG venceu.
É isso.
Não preciso mais dizer nada.
É só futebol.
Empresa Artur Nogueira Abertura Alteração e Encerramento de Empresa Artur Nogueira SP
dezembro 12, 2025 AT 07:52Abertura de empresa em Artur Nogueira? Contrato social? Alteração de sócio? Encerramento? Nós ajudamos! 🏢
PSG venceu? Que ótimo! Mas você sabia que aqui em Artur Nogueira também temos campeões? Empresas que nascem, crescem e vencem sem dinheiro do Qatar? Sim. E nós ajudamos. Chama no WhatsApp: (19) 99999-9999 📞
Dutra Santos
dezembro 13, 2025 AT 09:47Se o PSG é o campeão, então o futebol francês é um reality show. Marquinhos com 31 títulos? Isso é um recorde? É uma vergonha. O Lyon, o Marseille, o Lens - todos foram esmagados por um clube que não merece estar no topo. A Supercopa? Um troféu de quem tem mais dinheiro, não mais talento. E vocês ainda chamam isso de 'domínio'? É submissão. É colonialismo com chuteira. E o pior? Todo mundo aplaude. Porque é mais fácil quebrar a moral do que enfrentar a realidade.
Augusto Cunha
dezembro 14, 2025 AT 22:58É com profundo respeito que reconheço a excelência técnica, tática e emocional demonstrada pelo Paris Saint-Germain nesta partida. A precisão na execução da jogada final, a consistência defensiva de Donnarumma, a liderança exemplar de Marquinhos e a disciplina coletiva do time demonstram um padrão de profissionalismo raro no futebol moderno. A conquista da tríplice coroa nacional é um marco histórico, não apenas numérico, mas simbólico da supremacia institucional e da cultura de vitória que o clube construiu ao longo de uma década. Parabéns à diretoria, aos jogadores e à torcida por manterem os mais altos padrões de desempenho. O futebol agradece.
lucas henrique
dezembro 16, 2025 AT 08:54Outra vitória nos acréscimos? Sério? O PSG tá com a fórmula secreta: 'espera o erro, ganha no fim'.
Marquinhos é lenda? Sim. Mas ele não jogou. Ele só ficou ali, olhando pro céu enquanto os outros faziam o trabalho.
E o Monaco? Tava quase. Quase. Mas o destino é um zagueiro do PSG.
Eu tô cansado. Eles nem precisam jogar. Só aparecem no final e dizem: 'olha, ganhamos de novo'.
Cansei de ver isso. 😴
Bárbara Toledo
dezembro 18, 2025 AT 01:56Se analisarmos a estrutura narrativa do gol, podemos identificar uma arquitetura simbólica: a passagem de poder entre gerações - Zaïre-Emery, jovem promessa; Barcola, o talento em ascensão; Mayulu, o intermediário técnico; Fabián Ruiz, o mestre que vê além; e Dembélé, o executor final. É uma metáfora da própria sociedade: a transmissão de conhecimento, a confiança na precisão, o momento decisivo como fruto da paciência. Marquinhos, como figura central, representa a continuidade da memória coletiva - não apenas como jogador, mas como arquiteto da identidade do clube. O Monaco, por sua vez, encarna o esforço individual, a resistência contra o sistema. A derrota não é falha, mas inevitabilidade diante da estrutura. Assim, a Supercopa não é um troféu, mas um ritual de consolidação de poder. E nesse ritual, o futebol transcende o esporte: torna-se filosofia em movimento.